Aqui se encontra o último post do nosso blog e a apresentação do trabalho sobre o OS/2 do dia 25/11/11. Link para download abaixo.
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Postado por Lucas Viana.
sexta-feira, novembro 25, 2011
segunda-feira, novembro 21, 2011
OS/2 - Última visão e Legado
Descrição Geral
OS/2 1.0 foi comercializado como um sucessor do DOS, o que era ao mesmo tempo preciso e enganoso. O OS/2 não era para ser uma ruptura com o passado (daí nomes como DOS 5), antes disso, foi concebido para permitir uma transição gradual.
Significativamente, o OS/2 usou o mesmo sistema de arquivos FAT que o DOS. Os usuários podiam trocar dados livremente entre os sistemas DOS e OS/2, e com inicialização dupla, estes podiam até coexistir em uma única partição de disco. Ainda mais significativamente, os usuários podiam executar o aplicativo DOS diretamente, dentro da sessão de compatibilidade do DOS do OS/2. Através da Família API, foi possível escrever aplicações de modo duplo que podiam ser ambas executadas no DOS e no OS/2.
Ainda de outras formas, o OS/2 não se assemelha ao DOS em tudo. Uma das maiores diferenças foi mais filosófica do que técnica: em vez de um mundo "livre para todos" do DOS, com muito poucas interfaces, vagamente definidas, e o caos resultante, o OS/2 providenciou um rico conjunto de APIs claramente definidos e delineados. Aplicações tiveram que trabalhar com o sistema operacional ao invés de criar o seu próprio. A API OS/2 era muito mais rica do que a interface de programação DOS, mas foi comparativamente mais difícil de estendê-la. A esse respeito, o OS/2 1.0 esteve muito mais perto de sistemas operacionais modernos do que o DOS.
O eComStation
O eComStation ou eCS, como é popularmente abreviado, é um sistema operacional para PCs baseado no IBM OS/2, e é desenvolvido pela Serenity Systems. Ele inclui vários aditamentos e não o software que estava presente na versão IBM do sistema.
Quando ficou claro que a IBM não divulgaria nenhuma nova versão do OS/2 em 1996, os usuários passaram a considerar outras alternativas, que na época era o Windows 98 e Linux. A IBM lançou uma versão final de sua edição de servidor, o IBM OS/2 Warp Server para e-Business ou WSeB, internamente chamado de versão 4.5. A IBM também continuou atualizando o cliente e as peças mescladas do mesmo com o servidor, por isso foi proposto por Bob St. John da Serenity Systems, que uma empresa OEM pode e deve criar seu próprio cliente, utilizando o seu OS/2 com atualizações da IBM e adicionando suas próprias melhorias onde for necessário. Mas a Serenity como um parceiro de negócios IBM havia feito algo semelhante com aplicações baseadas no OS/2, como o Managed Client Serenity, uma rápida implantação S.O. baseado no Workspace On-Demand, eComStation eServer, um servidor gerenciado com base no WSeB. O OS/2 fornecedores de software Stardock fez uma tal proposta para a IBM em 1999, mas não foi acompanhada através da empresa.
Situação atual:
O eComStation é atualmente desenvolvido pela IBM, Serenity, Mensys, e várias empresas terceirizadas. Embora o OS/2 não seja mais vendido pela IBM, o eComStation será desenvolvido e vendido enquanto ele continua a ser rentável, de acordo com Serenity. O mais recente grande lançamento, a versão 2, foi lançado durante a Warpstock Europe que se realizou entre 14 e 16 maio de 2010. Uma versão atualizada 2.1 seguiu um ano depois, em maio de 2011.
Diferenças com o OS/2:
A versão original do eComStation 1 foi lançado em 2001 e é baseado no OS/2 Warp 4 originalmente lançado pela IBM em 1996, com os seguintes acréscimos, além de outros:
A IBM forneceu atualizações de software e componentes que acompanham o lançamento de 1999 do servidor WSeB mas que não tinha sido disponibilizado para usuários da versão cliente. Estes incluem um kernel atualizado de 32 bits, TCP/IP associados à utilitários de rede, firewall, sistema de arquivos JFS, Logical Volume Manager e muito mais.
A IBM forneceu atualizações para o sistema operacional que havia sido disponibilizado como atualizações, mas não tinha sido oferecido como uma opção de instalação. Estes incluem os drivers atualizados, componentes do sistema, novas versões do Java, SciTech SNAP Professional e utilitários do sistema.
A IBM forneceu atualizações que antes só tinha sido oferecida a clientes corporativos com contratos de manutenção.
Utilitários e drivers licenciadas de terceiros, incluindo suporte para scanner e drivers para várias placas de série.
Melhorias no sistema desenvolvido pela Serenity propriamente dito, incluindo um novo instalador, melhorias de interface do usuário implementadas como classes WPS e um sistema de rápida implantação com base no Serenity Managed Client.
Uma série de mudanças de configuração do sistema, pequenos utilitários e drivers desenvolvido por todos de forma geral. Estes incluem a mudança para o clássico REXX from Object REXX para melhor compatibilidade com código legado e um número de condutores do sistema de armazenamento desenvolvido por Daniela Engert.
OS/2 - Linha do tempo
Para terminar, uma breve cronologia do OS/2. A informação pertence a IBM OS/2 Releases. A Microsoft OEM Releases tinha datas de lançamento um pouco diferentes e conjuntos de recursos.
- OS/2 1.0 - Dezembro de 1987 (CP/DOS)
Conjunto IBM-Microsoft de desenvolvimento
16-bit em modo protegido, multi-threaded, multi-tasking S.O.
Memória virtual segmentada
CPU 286 e cerca de 1,5 MB de RAM necessários
Tamanho máximo de 32MB de partição
Sistema de arquivos FAT apenas
Modo texto, como a interface DOS
DOSbox support único
- OS/2 1.1 - Novembro de 1988 (Trimaran)
Presentation Manager graphical user interface (Winthorn)
Support para partições maiores do que 32MB
3 ou 4 MB de RAM no mínimo
- OS/2 1.2 - Outubro de 1989 (Sloop)
Filesystem support instalável (IFS)
HPFS filesystem incluído
Presentation Manager melhorado
Capacidade de Dual Boot
REXX e IPF support
- OS/2 1.3 - Dezembro de 1990 (Cutter)
Reduziu os requerimentos de recursos (2 MB RAM)
ATM font support
Desenvolvido principalmente pela IBM
- OS/2 2.0 - Abril de 1992 (Cruiser)
32-bit em modo protegido, multi-threaded, multi-tasking S.O.
Memória virtual paginada
CPU 386 e 4 MB de RAM necessários
DOS múltiplas caixas
Win-OS / 2 apoio (com base no Windows 3.0)
System Object Model (SOM) support
Workplace Shell (WPS) interface gráfica
Boot Manager incluído
Support de hardware limitado
- OS/2 2.1 - Maio 1993 (Borg)
32-bit Graphics Engine (GRE)
Non-IBM hardware support melhorado
APM e PCMCIA support
MMPM/2 incluido
Win-OS/2 baseado no Windows 3.1
- OS/2 para o Windows - Novembro de 1993 (Ferengi)
Utilizado o pré-existente Windows 3.x em vez de Win-OS/2
Novos drivers para S3 based cards
- OS/2 2.11 - Fevereiro de 1994
Também disponível como ServicePak XR06200 para OS/2 2.1
Bugfix release
- OS/2 2.11 SMP - Junho de 1994
Symmetric Multiprocessing (SMP) support
Até 16 CPUs suportados
- OS/2 Warp - Outubro de 1994 (Warp)
Desempenho afinado, menor requerimento de recursos
Compatível com Windows 3.11
BonusPak (com Internet Access Kit) incluído
Hardware support melhorado
WPS Atualizado
- OS/2 Warp Connect - Maio de 1995
Networking support incluído (MPTS, TCP/IP, LAN Requester)
Peer-to-peer networking
- OS/2 Warp, PowerPC Edition - Dezembro de 1995
IBM Power Series hardware support
Baseado em MACH microkernel
Não é vendido no varejo
- OS/2 Warp Server 4 - Fevereiro de 1996
OS/2 Warp e LAN Server combinado
Entry e Advanced editions (este último com HPFS386)
- OS/2 Warp 4 - Setembro de 1996 (Merlin)
WPS atualizado, nova aparência
Java 1.0.1 e JDK incluído
VoiceType incluído
OpenGL (software renderer only) support
OpenDoc incluído
- OS/2 Warp Server Advanced SMP - Setembro de 1996
Warp Server 4 Advanced com SMP support
- WorkSpace On-Demand 1.0 - Novembro de 1997 (BlueBird)
Baseado no OS/2 Warp 4
Necessário o OS/2 Warp Server
RIPL remote boot
Implantação de clientes e gerenciamento centralizados
- WorkSpace On Demand 2.0 - Outubro de 1998
Adicionado fully diskless PXE client boot support
Client manageability melhorado
Gerenciamento mais fácil através da LAN Server GUI
- OS/2 Warp Server para e-Business - Abril de 1999 (Aurora)
JFS filesystem support
32-bit device driver support limitado
High memory support (mais de 512 MB por processo)
Internacionalização melhorada
NetFinity 5.2 incluído
Lotus Domino Go Webserver 4.6 incluído
WebSphere Application Server 1.1 incluído
Versão 4.50
- OS/2 Convenience Pack 1 - Novembro de 2000, (MCP/ACP)
Baseado no WSeB kernel
Java 1.1.8 incluído
Toolkit de programador incluído
Versão 4.51
- OS/2 Convenience Pack 2 - Novembro de 2001 (MCP2/ACP2)
Último OS/2 lançado
Atualizado em Abril de 2002
IBM Web Browser incluído
Java 1.3 incluído
Innotek Flash incluído
Versão 4.52
OS/2 Museum: <http://www.os2museum.com/wp/?page_id=313> ;
<http://www.os2museum.com/wp/?page_id=173> ;
Wikipédia: <http://pt.wikipedia.org/wiki/EComStation>
Stephan Güter F. Cunha
OS/2 1.0 foi comercializado como um sucessor do DOS, o que era ao mesmo tempo preciso e enganoso. O OS/2 não era para ser uma ruptura com o passado (daí nomes como DOS 5), antes disso, foi concebido para permitir uma transição gradual.
Significativamente, o OS/2 usou o mesmo sistema de arquivos FAT que o DOS. Os usuários podiam trocar dados livremente entre os sistemas DOS e OS/2, e com inicialização dupla, estes podiam até coexistir em uma única partição de disco. Ainda mais significativamente, os usuários podiam executar o aplicativo DOS diretamente, dentro da sessão de compatibilidade do DOS do OS/2. Através da Família API, foi possível escrever aplicações de modo duplo que podiam ser ambas executadas no DOS e no OS/2.
Ainda de outras formas, o OS/2 não se assemelha ao DOS em tudo. Uma das maiores diferenças foi mais filosófica do que técnica: em vez de um mundo "livre para todos" do DOS, com muito poucas interfaces, vagamente definidas, e o caos resultante, o OS/2 providenciou um rico conjunto de APIs claramente definidos e delineados. Aplicações tiveram que trabalhar com o sistema operacional ao invés de criar o seu próprio. A API OS/2 era muito mais rica do que a interface de programação DOS, mas foi comparativamente mais difícil de estendê-la. A esse respeito, o OS/2 1.0 esteve muito mais perto de sistemas operacionais modernos do que o DOS.
O eComStation
O eComStation ou eCS, como é popularmente abreviado, é um sistema operacional para PCs baseado no IBM OS/2, e é desenvolvido pela Serenity Systems. Ele inclui vários aditamentos e não o software que estava presente na versão IBM do sistema.
Quando ficou claro que a IBM não divulgaria nenhuma nova versão do OS/2 em 1996, os usuários passaram a considerar outras alternativas, que na época era o Windows 98 e Linux. A IBM lançou uma versão final de sua edição de servidor, o IBM OS/2 Warp Server para e-Business ou WSeB, internamente chamado de versão 4.5. A IBM também continuou atualizando o cliente e as peças mescladas do mesmo com o servidor, por isso foi proposto por Bob St. John da Serenity Systems, que uma empresa OEM pode e deve criar seu próprio cliente, utilizando o seu OS/2 com atualizações da IBM e adicionando suas próprias melhorias onde for necessário. Mas a Serenity como um parceiro de negócios IBM havia feito algo semelhante com aplicações baseadas no OS/2, como o Managed Client Serenity, uma rápida implantação S.O. baseado no Workspace On-Demand, eComStation eServer, um servidor gerenciado com base no WSeB. O OS/2 fornecedores de software Stardock fez uma tal proposta para a IBM em 1999, mas não foi acompanhada através da empresa.
Situação atual:
O eComStation é atualmente desenvolvido pela IBM, Serenity, Mensys, e várias empresas terceirizadas. Embora o OS/2 não seja mais vendido pela IBM, o eComStation será desenvolvido e vendido enquanto ele continua a ser rentável, de acordo com Serenity. O mais recente grande lançamento, a versão 2, foi lançado durante a Warpstock Europe que se realizou entre 14 e 16 maio de 2010. Uma versão atualizada 2.1 seguiu um ano depois, em maio de 2011.
Diferenças com o OS/2:
A versão original do eComStation 1 foi lançado em 2001 e é baseado no OS/2 Warp 4 originalmente lançado pela IBM em 1996, com os seguintes acréscimos, além de outros:
A IBM forneceu atualizações de software e componentes que acompanham o lançamento de 1999 do servidor WSeB mas que não tinha sido disponibilizado para usuários da versão cliente. Estes incluem um kernel atualizado de 32 bits, TCP/IP associados à utilitários de rede, firewall, sistema de arquivos JFS, Logical Volume Manager e muito mais.
A IBM forneceu atualizações para o sistema operacional que havia sido disponibilizado como atualizações, mas não tinha sido oferecido como uma opção de instalação. Estes incluem os drivers atualizados, componentes do sistema, novas versões do Java, SciTech SNAP Professional e utilitários do sistema.
A IBM forneceu atualizações que antes só tinha sido oferecida a clientes corporativos com contratos de manutenção.
Utilitários e drivers licenciadas de terceiros, incluindo suporte para scanner e drivers para várias placas de série.
Melhorias no sistema desenvolvido pela Serenity propriamente dito, incluindo um novo instalador, melhorias de interface do usuário implementadas como classes WPS e um sistema de rápida implantação com base no Serenity Managed Client.
Uma série de mudanças de configuração do sistema, pequenos utilitários e drivers desenvolvido por todos de forma geral. Estes incluem a mudança para o clássico REXX from Object REXX para melhor compatibilidade com código legado e um número de condutores do sistema de armazenamento desenvolvido por Daniela Engert.
OS/2 - Linha do tempo
Para terminar, uma breve cronologia do OS/2. A informação pertence a IBM OS/2 Releases. A Microsoft OEM Releases tinha datas de lançamento um pouco diferentes e conjuntos de recursos.
- OS/2 1.0 - Dezembro de 1987 (CP/DOS)
Conjunto IBM-Microsoft de desenvolvimento
16-bit em modo protegido, multi-threaded, multi-tasking S.O.
Memória virtual segmentada
CPU 286 e cerca de 1,5 MB de RAM necessários
Tamanho máximo de 32MB de partição
Sistema de arquivos FAT apenas
Modo texto, como a interface DOS
DOSbox support único
- OS/2 1.1 - Novembro de 1988 (Trimaran)
Presentation Manager graphical user interface (Winthorn)
Support para partições maiores do que 32MB
3 ou 4 MB de RAM no mínimo
- OS/2 1.2 - Outubro de 1989 (Sloop)
Filesystem support instalável (IFS)
HPFS filesystem incluído
Presentation Manager melhorado
Capacidade de Dual Boot
REXX e IPF support
- OS/2 1.3 - Dezembro de 1990 (Cutter)
Reduziu os requerimentos de recursos (2 MB RAM)
ATM font support
Desenvolvido principalmente pela IBM
- OS/2 2.0 - Abril de 1992 (Cruiser)
32-bit em modo protegido, multi-threaded, multi-tasking S.O.
Memória virtual paginada
CPU 386 e 4 MB de RAM necessários
DOS múltiplas caixas
Win-OS / 2 apoio (com base no Windows 3.0)
System Object Model (SOM) support
Workplace Shell (WPS) interface gráfica
Boot Manager incluído
Support de hardware limitado
- OS/2 2.1 - Maio 1993 (Borg)
32-bit Graphics Engine (GRE)
Non-IBM hardware support melhorado
APM e PCMCIA support
MMPM/2 incluido
Win-OS/2 baseado no Windows 3.1
- OS/2 para o Windows - Novembro de 1993 (Ferengi)
Utilizado o pré-existente Windows 3.x em vez de Win-OS/2
Novos drivers para S3 based cards
- OS/2 2.11 - Fevereiro de 1994
Também disponível como ServicePak XR06200 para OS/2 2.1
Bugfix release
- OS/2 2.11 SMP - Junho de 1994
Symmetric Multiprocessing (SMP) support
Até 16 CPUs suportados
- OS/2 Warp - Outubro de 1994 (Warp)
Desempenho afinado, menor requerimento de recursos
Compatível com Windows 3.11
BonusPak (com Internet Access Kit) incluído
Hardware support melhorado
WPS Atualizado
- OS/2 Warp Connect - Maio de 1995
Networking support incluído (MPTS, TCP/IP, LAN Requester)
Peer-to-peer networking
- OS/2 Warp, PowerPC Edition - Dezembro de 1995
IBM Power Series hardware support
Baseado em MACH microkernel
Não é vendido no varejo
- OS/2 Warp Server 4 - Fevereiro de 1996
OS/2 Warp e LAN Server combinado
Entry e Advanced editions (este último com HPFS386)
- OS/2 Warp 4 - Setembro de 1996 (Merlin)
WPS atualizado, nova aparência
Java 1.0.1 e JDK incluído
VoiceType incluído
OpenGL (software renderer only) support
OpenDoc incluído
- OS/2 Warp Server Advanced SMP - Setembro de 1996
Warp Server 4 Advanced com SMP support
- WorkSpace On-Demand 1.0 - Novembro de 1997 (BlueBird)
Baseado no OS/2 Warp 4
Necessário o OS/2 Warp Server
RIPL remote boot
Implantação de clientes e gerenciamento centralizados
- WorkSpace On Demand 2.0 - Outubro de 1998
Adicionado fully diskless PXE client boot support
Client manageability melhorado
Gerenciamento mais fácil através da LAN Server GUI
- OS/2 Warp Server para e-Business - Abril de 1999 (Aurora)
JFS filesystem support
32-bit device driver support limitado
High memory support (mais de 512 MB por processo)
Internacionalização melhorada
NetFinity 5.2 incluído
Lotus Domino Go Webserver 4.6 incluído
WebSphere Application Server 1.1 incluído
Versão 4.50
- OS/2 Convenience Pack 1 - Novembro de 2000, (MCP/ACP)
Baseado no WSeB kernel
Java 1.1.8 incluído
Toolkit de programador incluído
Versão 4.51
- OS/2 Convenience Pack 2 - Novembro de 2001 (MCP2/ACP2)
Último OS/2 lançado
Atualizado em Abril de 2002
IBM Web Browser incluído
Java 1.3 incluído
Innotek Flash incluído
Versão 4.52
OS/2 Museum: <http://www.os2museum.com/wp/?page_id=313> ;
<http://www.os2museum.com/wp/?page_id=173> ;
Wikipédia: <http://pt.wikipedia.org/wiki/EComStation>
Stephan Güter F. Cunha
segunda-feira, novembro 07, 2011
O Nome do Jogo
O nome do Sistema Operacional/2 tem uma história extraordinariamente complexa. No início de 1983, a Microsoft começou a trabalhar em uma versão multi-tarefa do DOS. Como a versão lançada do DOS era a 2,0 nesse momento, o futuro produto foi chamado DOS 3.0. Quando o verdadeiro DOS 3.0 não-multi-tarefa foi lançado, o projeto foi renomeado para DOS 4.0. O mítico multi-tarefa MS-DOS 4.0 (às vezes chamado de MS-DOS 4.0 Europeu) fornecido como um produto OEM-only no início de 1986. Foi um modo real do sistema multi-tarefa e certamente não era OS/2. O modo protegido do projeto sistema operacional era agora MS-DOS 5.0.
Em junho de 1985, a IBM e a Microsoft assinaram o Joint Development Agreement (JDA), um acordo genérico sobre a futura cooperação. Em agosto de 1985, o JDA foi alterado com o documento "Phase II", essencialmente um plano para desenvolver o OS/2. O produto foi chamado de CP/DOS - Control Program/DOS, de acordo com a nomeação de produto da IBM mainframe. Naquela época, o nome do OS/2 ainda não existia. O produto também foi chamado às vezes DOS 5 (especialmente na Microsoft), 286-DOS, ou Big DOS. Algumas bibliotecas de compilação muito antigas referem-se ao DOS e o OS/2, como DOS 3 e DOS 5, refletindo o antigo esquema de nomeação.
Em algum momento no final de 1986 ou início de 1987, o projeto foi oficialmente renomeado para OS/2 para coincidir com o lançamento da linha de sistemas PS/2; se foi uma melhoria é questionável, porque confundiu alguns a pensar que o OS/2 funcionava apenas em máquinas PS/2. Inicialmente, o nome foi soletrado às vezes como OS|2 em vez de OS/2 em materiais de terceiros.
OS/2 Museum: <http://www.os2museum.com/wp/?page_id=313>
Stephan Güter F. Cunha
Em junho de 1985, a IBM e a Microsoft assinaram o Joint Development Agreement (JDA), um acordo genérico sobre a futura cooperação. Em agosto de 1985, o JDA foi alterado com o documento "Phase II", essencialmente um plano para desenvolver o OS/2. O produto foi chamado de CP/DOS - Control Program/DOS, de acordo com a nomeação de produto da IBM mainframe. Naquela época, o nome do OS/2 ainda não existia. O produto também foi chamado às vezes DOS 5 (especialmente na Microsoft), 286-DOS, ou Big DOS. Algumas bibliotecas de compilação muito antigas referem-se ao DOS e o OS/2, como DOS 3 e DOS 5, refletindo o antigo esquema de nomeação.
Em algum momento no final de 1986 ou início de 1987, o projeto foi oficialmente renomeado para OS/2 para coincidir com o lançamento da linha de sistemas PS/2; se foi uma melhoria é questionável, porque confundiu alguns a pensar que o OS/2 funcionava apenas em máquinas PS/2. Inicialmente, o nome foi soletrado às vezes como OS|2 em vez de OS/2 em materiais de terceiros.
OS/2 Museum: <http://www.os2museum.com/wp/?page_id=313>
Stephan Güter F. Cunha
domingo, novembro 06, 2011
Memória do OS/2
Toda a memória do computador possui um endereço atribuído a ela. O processador usa esse endereço para recuperar ou alterar o conteúdo da memória em um local em particular.
No OS/2, toda a memória é acessada usando-se um endereço de 32bits. Esse endereço de 32bits permite até 4 GB de endereçamento direto. Existem dois esquemas para acessar a memória do computador: o plano (usado no OS/2) e o segmentado (usado no DOS e Windows 3.11).
No modelo de memória plano, a memória está totalmente disponível ao processador e pode ser acessada diretamente; os endereços são seqüenciais de 0 a 2³²-1 (4 GB).
No modelo de memória segmentado, a memória total é dividida em segmentos de 64KB. Um aspecto importante nessa diferença no modo de gerenciar memória é que no OS/2 o limite de 640KB é inexistente. Observe que isso se refere a um sistema operacional dos anos 80, o que dá a exata noção do quanto ele já era avançado na época.
Um dos comerciais do OS/2 Warp:
terça-feira, novembro 01, 2011
OS / 2 Warp
Detalhes técnicos
OS / 2 Retirada de Marketing e Mudança de Apoio
Introdução
Durante vários anos a IBM publicou uma estratégia OS / 2. Ele afirmou a intenção da IBM para reduzir OS / 2 suporte e fez a recomendação de que os clientes a implementar uma transição gradual do cliente-servidor e ambientes para a plataforma de software WebSphere. Consistente com a direção, OS / 2 Warp e V4 OS / 2 Warp Server para e-business tem sido retirado do mercado e dos CDs do produto não estão mais disponíveis. Fim do suporte padrão através do Passport Advantage para ambos os produtos foi 31 de dezembro de 2006. Ambos os anúncios foram em 12 de julho de 2005. Ver anunciou para a carta de anúncio específicos para cada área geográfica individual.
clientes Existentes OS / 2
OS clientes Existentes / 2 OS podem comprar adicionais / 2 licenças numa base exceção. IBM vai analisar cada pedido e notificar o cliente se for aprovado.
Contato com seu representante IBM para apresentar um pedido de ordem.
domingo, outubro 30, 2011
Comerciais de lançamento do IBM OS/2.
Desculpe pelo atraso da postagem semanal, pois era para o Felipe Guimarães fazer a postagem :)
Este comercial do IBM OS/2 foi lançado no ano de 1992 sobre uma das primeiras versões do S.O.
E abaixo do comercial, um vídeo curto do Bill Gates promovendo o OS/2 em uma de suas coletivas.
Comercial OS/2
Bill Gates promovendo o IBM OS/2
Postado por: Lucas Viana
Este comercial do IBM OS/2 foi lançado no ano de 1992 sobre uma das primeiras versões do S.O.
E abaixo do comercial, um vídeo curto do Bill Gates promovendo o OS/2 em uma de suas coletivas.
Comercial OS/2
Bill Gates promovendo o IBM OS/2
Postado por: Lucas Viana
sexta-feira, outubro 21, 2011
Funcionamento – Sistema Operacional
· Gerenciamento de processos
O sistema operacional multitarefa é preparado para dar ao usuário a ilusão que o número de processos em execução simultânea no computador é maior que o número de processadores instalados. Cada processo recebe uma fatia do tempo e a alternância entre vários processos é tão rápida que o usuário pensa que sua execução é simultânea.
São utilizados algoritmos para determinar qual processo será executado em determinado momento e por quanto tempo.
Os processos podem comunicar-se, isto é conhecido como IPC (Inter-Process Communication). Os mecanismos geralmente utilizados são:
- sinais;
- pipes;
- named pipes;
- memória compartilhada;
- soquetes (sockets);
- trocas de mensagens.
O sistema operacional, normalmente, deve possibilitar o multiprocessamento (SMP ou NUMA). Neste caso, processos diferentes e threads podem ser executados em diferentes processadores. Para essa tarefa, ele deve ser reentrante e interrompível, o que significa que pode ser interrompido no meio da execução de uma tarefa.
· Gerenciamento de memória
O sistema operacional tem acesso completo à memória do sistema e deve permitir que os processos dos usuários tenham acesso seguro à memória quando o requisitam.
Vários sistemas operacionais usam memória virtual, que possui 3 funções básicas:
- assegurar que cada processo tenha seu próprio espaço de endereçamento, começando em zero, para evitar ou resolver o problema de relocação (Tanenbaum, 1999);
- prover proteção da memória para impedir que um processo utilize um endereço de memória que não lhe pertença;
- possibilitar que uma aplicação utilize mais memória do que a fisicamente existente.
· Sistema de arquivos
A memória principal do computador é volátil, e seu tamanho é limitado pelo custo do hardware. Assim, os usuários necessitam de algum método para armazenar e recuperar informações de modo permanente.
Um arquivo é um conjunto de bytes, normalmente armazenado em um dispositivo periférico não volátil (p.ex., disco), que pode ser lido e gravado por um ou mais processos.
· Entrada/saída de dados
Entrada/saída (em inglês: Input/output, sigla I/O) é um termo utilizado quase que exclusivamente no ramo da computação (ou informática), indicando entrada (inserção) de dados por meio de algum código ou programa, para algum outro programa ou hardware, bem como a sua saída (obtenção de dados) ou retorno de dados, como resultado de alguma operação de algum programa, consequentemente resultado de alguma entrada.
As interfaces de entrada e saída são responsáveis pela conexão entre as várias partes de um sistema computacional baseado na arquitetura de Von-Neumann. Esta interface é responsável por conectar fisicamente o processador e a memória do sistema ao barramento, tornando-se o terceiro elemento do sistema computacional proposto.
Ao contrário do que se pode pensar a interface de entrada e saída não é só o conector físico e sim também o responsável pela comunicação lógica entre o barramento e o dispositivo. Essa função de conexão foi basicamente desenvolvida para que seja possível a comunicação entre vários dispositivos, fazendo com que a velocidade do barramento seja mais bem aproveitada e ainda tanto os periféricos quanto os elementos essenciais tenham programação/produção mais voltada ao seu desempenho, deixando a interconexão com as interfaces de entrada e saída.
Pseudossistema operacional
· Definição
A pseudo-OS ("pseudo" significa "falsa" e "OS" significa "sistema operacional") é um sistema operacional que roda dentro de outro sistema operacional. Todos os pseudo-sistemas operacionais não têm acesso direto ao hardware do sistema e de dados e exigem um sistema operacional "true", ou sistema operacional da máquina, para funcionar.
Pseudo-sistemas operacionais se encaixam em quatro categorias: máquinas virtuais, emuladores, sistemas operacionais web (também conhecido como Internet pseudo-sistemas operacionais), e executável. Uma máquina virtual (tais como os produtos da VMware ou Sun Microsystems do Java Virtual Machine) é uma aplicação de software que roda em um sistema operacional host e executa um sistema operacional de pseudo-dentro de si. Emuladores (como os de videogames ou outros sistemas operacionais) também funcionam como uma máquina virtual. A WebOS é um sistema operacional que roda dentro de um navegador web e requer que o navegador web, que por sua vez requer um sistema operacional host, para ser executado. Finalmente, um executável pseudo-OS é um programa executável que simula um sistema operacional. Em todos os casos, a memória do pseudo-OS e hardware tentativas de acesso são controlados pelo programa que é executado dentro, que por sua vez é controlado pelo sistema operacional hospedeiro.
Pseudo-sistemas operacionais se encaixam em quatro categorias: máquinas virtuais, emuladores, sistemas operacionais web (também conhecido como Internet pseudo-sistemas operacionais), e executável. Uma máquina virtual (tais como os produtos da VMware ou Sun Microsystems do Java Virtual Machine) é uma aplicação de software que roda em um sistema operacional host e executa um sistema operacional de pseudo-dentro de si. Emuladores (como os de videogames ou outros sistemas operacionais) também funcionam como uma máquina virtual. A WebOS é um sistema operacional que roda dentro de um navegador web e requer que o navegador web, que por sua vez requer um sistema operacional host, para ser executado. Finalmente, um executável pseudo-OS é um programa executável que simula um sistema operacional. Em todos os casos, a memória do pseudo-OS e hardware tentativas de acesso são controlados pelo programa que é executado dentro, que por sua vez é controlado pelo sistema operacional hospedeiro.
· Tipos
- WebOS ou Internet Pseudo-OS
- Pseudo-OS executável
- Máquina Virtual como o VMware, QEMU ou VirtualBox
Visões dos Sistemas Operacionais
Desde a criação dos primeiros sistemas operacionais até os atuais, muita coisa mudou, porém as idéias centrais deles continuam as mesmas.
As idéias centrais dos S.Os são duas, a visão top-down e a visão bottom-up, ambas com a mesma importância.
Na visão top-down o sistema operacional age como uma espécie de "camada" que fica entre o hardware e o usuário, possibilitando a ele formas mais amigáveis de interagir com o computador, como por exemplo os sistemas de janelas vistos em todos os sistemas operacionais modernos.
Já na visão bottom-up, o sistema operacional faz todo o gerenciamento de hardware do computador, como o controle da alocação de memória utilizada pelos softwares do usuário, o controle dos dispositivos de entrada e saída de dados (mouse, teclado, impressoras...) e o gerenciamento do hd.
Desde a criação dos primeiros sistemas operacionais até os atuais, muita coisa mudou, porém as idéias centrais deles continuam as mesmas.
As idéias centrais dos S.Os são duas, a visão top-down e a visão bottom-up, ambas com a mesma importância.
Na visão top-down o sistema operacional age como uma espécie de "camada" que fica entre o hardware e o usuário, possibilitando a ele formas mais amigáveis de interagir com o computador, como por exemplo os sistemas de janelas vistos em todos os sistemas operacionais modernos.
Já na visão bottom-up, o sistema operacional faz todo o gerenciamento de hardware do computador, como o controle da alocação de memória utilizada pelos softwares do usuário, o controle dos dispositivos de entrada e saída de dados (mouse, teclado, impressoras...) e o gerenciamento do hd.
Multiprocessadores, ou sistemas fortemente acoplados
Provê um nível de integração e compartilhamento de recursos mais intenso e transparente ao usuário caracterizando sistemas operacionais distribuídos.
• Memória única.
• Tudo gerenciado por um único SO.
• Subdividido em:
SMP - Arquitetura simétrica.
NUMA- Acesso Não-Uniforme a Memória.
• Custo de produção mais elevado.
Multiprocessadores, ou sistemas fracamente acoplados.
Permitem que máquinas e usuários de um sistema distribuído sejam fundamentalmente independentes e ainda interagir de forma limitada quando isto for necessário, compartilhando discos, impressoras e outros recursos.
• Memória “espalhada”
• Um único SO ou vários
• Cada membro do sistema esta conectado aos outros por um link de dados
• Custo de produção mais baixo.
• Tendência atual
Gráficos
Interfaces de Uso
Os sistemas operacionais fornecem abstração de hardware para que seus recursos possam ser usados de maneira correta e padronizada, mas para ser possível operar um computador, é necessário fornecer também uma interface para que o usuário possa desfrutar dos recursos do sistema. Atualmente existem três tipos de interface: GUI (graphical user interface) ou interface gráfica, TUI (text-user interface) ou interface textual, e CUI (command-line user interface) ou interface de linha de comando.
Graphical user interface (GUI) - Nesse tipo de interface, o usuário tem à disposição um ambiente de trabalho composto por menus, ícones, janelas e outros itens. O usuário interage com esse tipo de interface usando o mouse, podendo também usar o teclado e teclas de atalho. É possível fazer todo tipo de tarefa usando interface gráfica, como edição de vídeos e imagens, sendo somente alguns tipos muito específicos de tarefas que se saem melhor em linha de comando. Acrescentar facilidade de uso e agilidade é o objetivo da GUI, tendo a desvantagem de consumir muito mais memória que interfaces de linha de comando. Em sistemas unix-likes, existe a possibilidade de escolher o gerenciador de janelas a utilizar, aumentando em muito a liberdade de escolha do ambiente.
Text user interface (TUI) - Aplicativo com interface textual (TUI), rodando no sistema operacional FreeDOSAssim como na GUI, a TUI também tem à disposição um ambiente de trabalho composto por menus, janelas e botões, porém essas interfaces não têm a capacidade de reproduzir figuras, salvo as que são tratadas como caracteres ASCII. Essa interface, antes da popularização da GUI, tinha um uso difundido em aplicações baseadas no MS-DOS, que, aliás, nas versões mais recentes contava com um gerenciador de programas e arquivos baseado em TUI (o DOS Shell). As TUIs, ao contrário das GUIs, não dependem de um gerenciador de janelas específico para funcionar, podendo mesmo serem inicializadas a partir da linha de comando. Atualmente essa interface é muito rara, praticamente restrita a sistemas implementados na década de 1980 e início da década de 1990.
Sistemas Operacionais Online - Webtops
Um webtop, web desktop, desktop online ou OS online é uma página de internet personalizada, geralmente baseada na tecnologia AJAX, em que é possível escolher o conteúdo, bem como definir a ordem e a aparência dos mesmos.
São em geral fornecidos por serviços online como Google, Yahoo! e Windows Live e normalmente rodam miniaplicações próprias, mas podem servir de plataforma também para miniaplicações desenvolvidas por terceiros.
Um OS Online funciona como o Windows, Macintosh, ou Linux, porem utilizando um navegador como o Internet Explorer e o Firefox. Alguns deles têm interfaces que lembram desktops de sistemas operacionais como o Windows e o Linux (KDE).
Trata-se de sistemas identicos aos que conhecemos (Windows, Linux, Mac, Unix) disponíveis na web para podermos acessar de onde quisermos, desde que tenha acesso à internet.
Estes sistemas possuem várias utilidades: armazenar arquivos, criar um documento de texto, ouvir música, enfim, tudo aquilo que o desenvolver do sistema disponibilizar.
Alguns dos serviços mais comuns usados nos webtops:
· Canais de notícias RSS;
· Notificador de e-mail;
· Podcasts;
· Previsão do tempo;
· Conversor de moedas;
· Calculadora;
· Agenda;
· Gerenciador de arquivos;
· Gerenciador de favoritos;
· Gerenciador de fotos;
· Pesquisas
Exemplos de Webtops
OOdesk:
A quantidade de armazenamento gratuita oferecida neste S.O. é de 10 GB.
Ferramentas office Zoho (Textos, Planilhas e Apresentação), sendo que somente a ferramenta de planilhas está funcionando normalmente, as outras estão com bugs.
Ferramentas office Zoho (Textos, Planilhas e Apresentação), sendo que somente a ferramenta de planilhas está funcionando normalmente, as outras estão com bugs.
Características:
· Ferramentas de multimídia;
· Central para instalação de aplicativos;
· Sistema de Upload comum e também drag-and-drop (arrastar e largar);
Apesar dos inconvenientes, este sistema se mostrará bastante eficiente quando ouver a correção dos bugs. Existe uma ferramenta na barra de tarefas com a figura de uma joaninha onde é possível reportar à equipe de desenvolvimento sobre os erros encontrados.
Cloud Me:
A quantidade de armazenamento gratuita oferecida neste S.O. é de 30 GB podendo ser aumentado para 25 GB (preço de $49.99 / ano) e 100 GB ($99.99 / ano).
Área de trabalho:
Características:
· Email (conta de e-mail gratuita = exemplo@cloudme.com);
· Aplicativo de planilhas;
· Central de aplicativos;
· Grooveshark (ouvir música gratuitamente);
· Explorador de arquivos (tipo Windows Explorer);
· Álbum de fotos;
· Calendário com agendador de compromissos;
· Calculadora;
· Atalho para internet;
Aí vai uma dica: o Cloud Me não possui um navegador de internet, mas possui um sistema de atalho para qualquer página web. Clique no famoso ícone iniciar no Cloud Me, ao lado do item Log Off terá três ícones, o primeiro da esquerda pra direita (desenho de um globo terrestre) é este sistema de atalho que você pode colocar o endereço do site que deseja acessar (ex.: Google).
Painel de controle – possibilidade de gerenciar a conta, usuário, mudar papel de parede, temas etc;
Sistema de upload de arquivos (Cloud Me Easy Upload) para instalar em seu computador e fazer o upload automaticamente de seus arquivos.
O Cloud Me se mostrou bem eficiente em vários pontos, porém em outros ele ainda tem que progredir um pouco. Por exemplo, o criador de textos está habilitado mas ainda não é possível utilizá-lo. Seu criador de apresentações não está funcionando adequadamente (não está salvando). Não roda por completo no Internet Explorer, seu uso é mais para o Firefox e Chrome.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Webtop
http://www.guls.com.br/planeta/category/sistemas-operacionais-on-line/
http://www.guls.com.br/planeta/category/sistemas-operacionais-on-line/
Andrew s. tanenbaum,sistemas operacionais modernos, Pearson
J. GLENN BROOKSHEAR,CIENCIA DA COMPUTAÇAO: UMA VISAO ABRANGENTE, Bookman, 2005
F. B. Machado; L. P. Maia, Arquitetura de Sistemas Operacionais, LTC, 2007
http://wikibin.org/articles/pseudo-os.html
http://pt.scribd.com/doc/58827204/12/Multiprocessadores-ou-sistemas-fortemente-acoplados
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=24510
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=24510
http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_distribu%C3%ADda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operativo
terça-feira, outubro 18, 2011
Versões do OS/2
OS versões 1.x
- 1.0 - (1987): não utiliza interface gráfica e está prevista para substituir o DOS. Ela usa partições FAT.
- 1.1 - (1988): gerencia os registros de mais de 32 MB (quase impossível encontrar na época) e recebe uma interface gráfica. O Windows 2.1, particularmente instável e baseado em DOS 3.0-4.0, é o seu único concorrente real.
- 1.2 - (1989): recebe um novo tipo de partições de codificação (HPFS) que aceita nomes de arquivos longos de até 256 caracteres; o precursor do NTFS usado no Windows NT3.0. Esta é a última versão desenvolvida em conjunto pela IBM e Microsoft.
- 1.3 - (1991): versão provisória que acrescenta algumas características, tais como fontes True Type da Adobe.
OS versões 2.x
- 2.0 - (1992): 32 bits, e especialmente multitarefa. Vários programas em DOS, OS2 (16 e 32 bits) e Windows 3.0 podem funcionar simultaneamente. Cada sessão é independente de software, o que garante a estabilidade do sistema. Os drivers em sua grande maioria são compatíveis com Windows. Esta versão inclui um inicializador de gerencias, para inicializar sistemas operacionais diferentes.
- 2.1 - (1993): é uma melhoria em relação a versão anterior, Mais rápido, ele também suporta aplicativos de Windows 3.1.
OS2 versão warp
- Warp - (1994): Warp é lançado para a melhoria do marketing. Vários revendedores foram convidados para testes preliminares como a YBET, na Bélgica, que abandonou o suporte para este software naquele momento. Embora essa versão seja muito estável, ela anuncia o fim do sistema operacional. Drivers (controladores) não são mais compatíveis com Windows, bloqueando a instalação em muitos computadores. Muitas funções multitarefa ficaram inoperantes. Esta versão utiliza o TCP/ IP padrão; e uma versão especifica do servidor de rede também é desenvolvido: Server OS2 Warp.
- Warp 4 - (1996): Máximo de memória de 64 MB (com um parâmetro obrigatório na configuração PC), corrigido com a versão diferente. Também inclui o plug and play, e instruções de multimídia SSE do Pentium III.
- Warp 4.5 - (1999): Ultima versão, em que se adiciona mais aplicativos, corrige bugs em 2000 e aceita a partição FAT32 e disco rígido de até 502 GB (48 bits de endereçamento LBA).
O OS/2 foi um sistema muito à frente de seu tempo, e a versão de servidor tem sido usada na área bancária.
Fonte: http://www.materiel-informatique.be/os2.php&usg=ALkJrhgfZYDeairjWX4bYuQhtQz8iQNZEw
Juliana Mendes
quinta-feira, outubro 13, 2011
Comercial IBM OS/2 Warp 3
Esse vídeo é interessante pois mostra quais os principais recursos que a IBM queria disponibilizar para o público com o Warp 3. Vejam só:
Postado por: Lucas Viana
sexta-feira, outubro 07, 2011

Steve Jobs, cofundador da Apple, morreu nesta quarta-feira (5). A página oficial da Apple publicou a imagem acima e algumas palavras homenageando Steve, que faleceu aos 56 anos nos Estados Unidos.
"A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple", informa o comunicado publicado pela companhia.
A página da empresa americana, em seu anúncio oficial, convida os fãs da marca a enviar mensagens de condolência através do e-mail rememberingsteve@apple.com.
A causa da morte do cofundador da Apple ainda não foi confirmada. Porém, nos últimos anos Steve Jobs foi afastado algumas vezes da companhia em função de problemas de saúde. Em 2004, por exemplo, ele passou por uma cirurgia para tratar um câncer no pâncreas. Após cinco anos, Jobs recebeu um transplante de fígado. Em ambas as ocasiões, ele se afastou das atividades da companhia.
No último dia 24 de agosto, Jobs publicou uma carta em que ele renunciava ao cargo de diretor-executivo da empresa. “Eu sempre disse que se houvesse um dia em que eu não pudesse mais cumprir minhas atribuições como diretor-executivo, eu seria o primeiro a dar a notícia a vocês. Infelizmente, esse dia chegou”, dizia ele no documento.
Após seu desligamento "parcial" da companhia, pois continuou como presidente da Apple, fotos de Steve Jobs, que o mostravam muito debilitado, passaram a circular pela internet. Porém, tanto a Apple como a sua família não divulgaram informações sobre seu estado de saúde.
Tim Cook, substituto de Jobs na direção executiva da Apple, disse em carta para os funcionários da empresa que estão planejando em breve um especial para celebrar a vida extraordinária de Steve. "Nenhuma palavra pode expressar adequadamente nossa tristeza pela morte de Steve ou nossa gratidão pela oportunidade de ter trabalhado com ele. Nós vamos honrar sua memória nos dedicando para continuar o trabalho que ele amava tanto".
Felipe Guimaraes Contenças
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/10/05/morre-steve-jobs-fundador-da-apple.jhtm
Felipe Guimaraes Contenças
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/10/05/morre-steve-jobs-fundador-da-apple.jhtm
quinta-feira, outubro 06, 2011
Instalação e Seletor de Programas - OS/2 1.0
O IBM OS/2 veio em quatro disquetes de alta densidade, ou nos formatos 5¼” ou 3½”. As versões Microsoft OEM variavam, mas quatro discos eram típicos. Somente discos de alta densidade eram normalmente usados, já que todos os desktop PS/ATs e compatíveis vinham com drives de alta densidade.
Ambos os discos de instalação e programa eram de inicialização. Este último podia ser usado para rodar o OS/2 sem instalação anterior para um disco fixo. O OS/2 1.0 foi pequeno o suficiente para que o próprio sistema operacional e vários utilitários coubessem em um único disquete.
O instalador não foi particularmente incomum. Permitiu ao usuário particionar e formatar um disco fixo, selecionar várias opções de configuração (como o tipo de mouse conectado) e copiar os arquivos a partir de disquetes para o disco fixo.
Outros textos referem ainda à Microsoft o OS/2 1.0, uma vez que entregou com o sistema operacional o Microsoft OS/2 1.0 Kit de Desenvolvimento de Software (SDK) em dezembro de 1987. Esta versão não estava disponível para os usuários finais (A Microsoft apenas licenciou OS/2 para OEMs), mas reflete com precisão as características e capacidades do MS OS/2 1.0.
Após a instalação, o OS/2 1.0 parecia nada mais do que o DOS. A semelhança não era uma total coincidência, embora as partes internas dos dois sistemas dificilmente poderiam ser mais diferentes.
A interface com o usuário do OS/2 1.0 foi deliberadamente muito semelhante ao DOS. Comandos, como CD, DIR ou COPY eram essencialmente idênticos, e a linguagem foi altamente compatível. O DOS box atribuiu um grau relativamente elevado de compatibilidade com o DOS, incluindo a capacidade de rodar o Windows 2.03. O interpretador de comandos OS/2 (CMD.EXE) só foi diferente do COMMAND.COM em áreas onde as funcionalidades específicas do OS/2 foram expostas, tal como o comandos de agrupamento e encadeamento (por exemplo os operadores, & &, | | e &).
A semelhança entre DOS e OS/2 estendia-se também aos recursos, ou a falta destes. O único editor fornecido com OS/2 1.0 foi o EDLIN, somente utilizável no DOS box e tão lamentavelmente desatualizado e difícil de usar como no DOS.
Uma imediata instalação do OS/2 1.0 não oferecia muita vantagem sobre o DOS. Não haviam grandes ferramentas de produtividade adicional fornecidas com o sistema operacional. No entanto, houve uma grande diferença, o Program Selector.
O Program Selector foi o Multi-Tasking Shell que permitia ao usuário iniciar sessões adicionais e desbloquear as capacidades de multitarefa do OS/2. Observe que o DOS box esteve sempre presente, a menos que fosse completamente desactivado mediante uma configuração CONFIG.SYS. Apenas uma sessão do DOS estava disponível, uma desvantagem que só mudou com OS/2 2.0.
Desenvolvedores de software estão entre os primeiros usuários que colheram o benefício do multi-tasking. Era fácil de configurar várias sessões com os editores, compiladores e outras ferramentas, todas operando simultaneamente. Era trivial compilar um projeto (mesmo com um sistema de 386-base, a construção de um programa relativamente pequeno pode levar uma quantidade considerável de tempo) e, ao mesmo tempo editar um projeto diferente.
OS/2 também inclui ferramentas de depuração e introspecção inéditos no DOS. O sistema operacional vem com um recurso de rastreio que tornou possível acompanhar a execução dos pontos de rastreio pré-definidos. Houve também a instalação de sistema de despejo, semelhante a um recurso de despejo UNIX crash system. Um núcleo depurador estava disponível como parte de um Kit de driver de dispositivo (DDK) separado.
Exceto para o Program Selector, o OS/2 1.0 em si não oferece grandes melhorias para o usuário médio. No entanto, foi um sistema multi-tarefa e sua API era muito mais estruturada e moderna do que qualquer coisa oferecida antes pelo DOS. O OS/2 1.0 foi importante como uma plataforma, e não como um produto “stand-alone”.
OS/2 Museum: <http://www.os2museum.com/wp/?page_id=313>
Stephan Güter F. Cunha
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