O OS/2 elimina a necessidade do sistema operacional DOS. Suas VDMs são completamente configuráveis, permitindo que você crie arquivos CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT diferentes para cada sessão DOS. Isso é particularmente útil quando um determinado software necessita de device drivers ou TSRs específicos. Além disso, você pode configurar a memória XMS ou EMS disponível para cada sessão.
As VDMs do OS/2 são altamente compatíveis com os programas DOS e podem também ser configuradas para permitir acesso direto ao hardware para aplicações que o requeiram. E se uma aplicação realmente se recusar a rodar sob o OS/2 , é possível utilizar a opção de "dual boot" para rodar o sistema operacional DOS real.
O OS/2 não permite que programas acessem áreas da memória não disponibilizadas pelo sistema operacional: o processamento é interrompido ao ser detectada uma instrução ilegal. Isto ocorre raramente e quando ocorre é geralmente em programas que utilizam modo protegido de acesso à memória no DOS (DPMI). Normalmente esses softwres utilizam um programa chamado DOS4GW como plataforma e complemento ao sistema operacional, melhorando a performance sob o DOS (fazendo acesso à memória em 32 bits). No OS/2 Warp, essa incompatibilidade foi sensivelmente melhorada.
Ao instalar o OS/2 são oferecidas algumas opções de configuração. Em todas elas é possível "bootar" (reinicializar) o micro com o sistema operacional DOS, ignorando o OS/2. OBS.: Para isso é necessário ter o DOS instalado na máquina.
Execução de programas Windows
Como no caso dos programas DOS, o OS/2 elimina o problema de estabilidade de uma única máquina virtual deixando programas Windows em sessões (ou VDMs) separadas. Como alternativa, é possível executar programas Windows em uma única VDM, com o motivo único de acelerar o carregamento do programa (uma vez que o código do Windows já estará carregado para aquela sessão). Porém, em se tratando de uma única VDM, um problema de execução em uma janela Windows (como um GPF, por exemplo), poderá afetar os demais programas executados na mesma VDM.
O ambiente Windows dentro do OS/2 (WIN-OS/2), continua altamente compatível com as aplicações e device drivers do Windows 3.1, uma vez que muito do código base original do Windows 3.1 foi mantido.
Execução de programas Windows
Como no caso dos programas DOS, o OS/2 elimina o problema de estabilidade de uma única máquina virtual deixando programas Windows em sessões (ou VDMs) separadas. Como alternativa, é possível executar programas Windows em uma única VDM, com o motivo único de acelerar o carregamento do programa (uma vez que o código do Windows já estará carregado para aquela sessão). Porém, em se tratando de uma única VDM, um problema de execução em uma janela Windows (como um GPF, por exemplo), poderá afetar os demais programas executados na mesma VDM.
O ambiente Windows dentro do OS/2 (WIN-OS/2), continua altamente compatível com as aplicações e device drivers do Windows 3.1, uma vez que muito do código base original do Windows 3.1 foi mantido.
*VDMs são emuladores de placas.
Fonte: http://sup_oper.sites.uol.com.br/os2.htm
Por Juliana Mendes
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